Acção Reivindicativa de Empresa

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Presidente da Câmara de Seia, Filipe Camelo, recebeu, em 23 de Fevereiro  ex-trabalhadores da Beiralã 

  

 

  Ex-trabalhadores da Beiralã reinvidicam pagamento de salários e subsídios

Dezenas de antigos trabalhadores da Beiralã, em Seia, concentraram-se hoje à porta da empresa, que há sete anos ainda lhes deve salários e subsídios em atraso. Os ex-trabalhadores abdicaram das indemnizações para ajudar na viabilização da unidade. Ver Video - Clique AQUI 

 GNR carregou sobre trabalhadores em Seia  

 

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O SINTEVECC e a FESETE realizaram no dia 28 de Maio, , das 13h30 às 14h30 e das 17h00 às 17h30, reuniões de informação e protesto contra a pretensão do Roubo dos direitos do CCT pela ATP, na empresa JMA  com a presença do Secretário Geral da CGTP/IN - Arménio Carlos 

Ver noticias - Porto Canal - TVI 24

 

REUNIÃO DE INFORMAÇÃO E PROTESTO CONTRA A PRETENSÃO DO ROUBO DOS DIREITOS DO CCT PELA ATP, NA EMPRESA COELIMA

 Dia 26 de MAIO, segunda-feira, das 12h45 às 13h20, junto à portaria do lado do Cruzeiro com a presença de dirigentes do Sindicato Têxtil do Minho, da FESETE e o Secretário Geral da CGTP/IN, Arménio Carlos. Ler mais clique Aqui

 

 

        Reportagem Porto Canal - Ler mais clique AQUI                                      Reportagem SIC

 

  Trabalhadores/as  das ITVC têm Dificuldades                             Acordo para o aumento do SMN é tardio e insuficiente

           em sobreviver  com o Salário Mínimo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A CGTP-IN critica o acordo de concertação social que aprovou o aumento do salário mínimo nacional para os 505 euros a partir de Outubro. Além de "tardio e insuficiente", "está a ser uma moeda de troca para os patrões voltarem a ser beneficiados pelo Estado". Os trabalhadores que já deviam estar a receber os 500 euros desde 2011 são, uma vez mais, os grandes prejudicados. Pois o Governo encontrou através da redução da TSU de 23,75% para 23%, outra forma de financiar os patrões para aumentar o salário mínimo nacional. Este aumento anunciado, como se verifica, é um aumento de tal forma insuficiente que continuará a deixar milhares de trabalhadores no limiar da pobreza.  

A CGTP-IN defensora de aumentos mais significativos do salário mínimo, continua a defender o aumento para os 515 euros, com efeitos retroactivos a partir de Junho deste ano, e, posteriormente, uma subida para os 540 euros já a partir do início de 2015.