Assédio no Local de Trabalho

 

Intervir e combater o assédio moral

 

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Assédio no ambiente de trabalho é uma questão delicada, pouco assumida e parcamente discutida. Contudo é uma prática criminal repetida e sistemática que afecta profundamente muitos trabalhares e trabalhadoras e consequentemente as suas famílias.

O assédio que tem por objectivo atingir a dignidade da vítima e a deterioração da sua integridade moral e física, é, também, um aproveitamento da debilidade ou fragilidade da vítima ou da sua posição profissional hierarquicamente inferior ou da precariedade do respectivo vínculo laboral.

Parte desta opressão consiste em ataques verbais de conteúdo ofensivo ou humilhante e físicos, ou em actos mais subtis, podendo abranger a violência física e/ou psicológica, visando diminuir a auto-estima da vítima e, em última análise, a sua desvinculação ao posto de trabalho.

Esta realidade, por vezes, dissimulada, noutras, abafada deve ser combatida por todos os cidadãos - trabalhadores e trabalhadoras em particular. 

A nossa Central Sindical, CGTP-IN, atenta às muitas experiências/denúncias que lhe chega, algumas de atroz assalto à dignidade daqueles e daquelas que trabalham, diz Não à tortura psicológica no trabalho.

A Campanha de intervenção sindical "Romper com o Assédio" dá a conhecer para intervir e combater e é um instrumento de orientação para denunciar, agir e resolver. 

Veja aqui  o que deve ser feito para contrariar situações de assédio e como pode exercer os seus Direitos.

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Assédio no trabalho apesar de não ser um assunto novo, é um problema laboral delicado, complexo, pouco discutido e pouco divulgado. Contudo é uma prática ilegal repetida e sistemática que afecta profundamente muitos trabalhadores e trabalhadoras e consequentemente as suas famílias.  Ler mais .. Clique AQUI  

 S.O.S. Assédio - Repórter TVI/S.O.S. Assédio 

Muito se tem falado de bullying, mas pouco se ouve falar de mobbing. Por que humilhações andam a passar os trabalhadores portugueses, a quem é que as vítimas podem recorrer e o que mudar na lei, é o que vamos ficar a saber no repórter TVI desta noite.
Declarações de Fátima Messias, CIMH/CGTP-IN; Teresa Pargana, Inspetora ACT; Anália Torres, Porf. Catedrática Sociologia CIEG-ISCSP; Garcia Pereira, advogado; Fátima Pisco, Inspetora ACT; Inês Caldeira, CEO L'Oréal Portugal; Luís Paulo, Diretor Sustentabilidade CTT. 



         Combate às Discriminações em função da Maternidade e Paternidade

 Foi publicada, já este mês (Agosto) a Resolução da Assembleia da República n.º 115/2015, aprovada em 22 de Julho de 2015, que recomenda ao Governo a elaboração, através da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) e da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego, de um Plano Nacional de Combate às Discriminações em função da Maternidade e Paternidade a implementar no âmbito da acção inspectiva e punitiva. Recomenda também a definição de uma orientação política específica no sentido de a ACT fiscalizar e punir de forma eficaz as violações dos direitos de maternidade e paternidade.

Resolução da Assembleia da República n.º 115/2015  

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 Valorizar o trabalho - Efectivar a Igualdade 

Com a aproximação da 7ª Conferência Nacional da CIMH/CGTP-IN, em 2 de Junho de 2017, importa fazer uma análise sobre o trabalho realizado desde a 6ª Conferência, em Junho de 2013, em consonância com as decisões tomadas e com as opiniões reflectidas nas 31 intervenções nela proferidas e que neste livro se reproduzem na íntegra, agrupadas por temas. Novos desafios estão hoje colocados à intervenção sindical na área da igualdade de oportunidades e de tratamento entre mulheres e homens, a partir dos locais de trabalho. 

Este livro regista uma pequena síntese do trabalho colectivo realizado, que mais do que balanço e memória, encerra projecto e perspectivas sindicais para o desenvolvimento da acção sindical futura.

                Livro Efectivar a Igualdade